Final de festa


A garota tinha ido a um aniversário e voltou para casa às seis da manhã.

Tirou os sapatos para não fazer barulho, mas deu de cara com a mãe, que a esperava preocupada.

- Minha filha! —a mãe gritou e abraçou a garota, desesperada.

-Onde você esteve? Já liguei para todo  mundo, teus amigos e colegas, e estava quase ligando para a polícia! Por que você demorou tanto?

- Ai, mãe, você nem vai acreditar, mas eu estava saindo da festa, quando apareceu um homem lindo, elegante, todo perfumado, que sacou uma arma e disse:

- Ou dá ou morre!

- Meu Deus do céu! — exclamou a mãe enquanto se benzia — E o que você fez, minha filha?

- É claro que eu morri, né!

No escurinho do cinema


De repente, ouve-se uma voz de mulher:
- Quer tirar esta mão boba daí, seu safado!
Pausa
- Não, você, não! Estou falando com este aqui do outro lado.

Homem tem que ser tratado igual a cabelo


Homem tem que ser tratado igual  a cabelo: num dia a gente prende, no outro solta, mais tarde a gente alisa, depois enrola, dá uma cortada quando precisa, em uma semana a gente amacia, na outra é só dar uma batidinha que ele fica ótimo! Fala a verdade, cabelo dá trabalho, mas a mulher consegue viver careca?

Charge


dunga

Muito cuidado com medicamentos


Um jovem que acabara de se formar em medicina ganha de seu pai um carro importado, último modelo, e resolve dar um passeio. Quando se deu conta, percebeu que estava sem combustível.  Entrou num vilarejo e dirigiu-se a um posto de gasolina para colocar combustível no carro. Não se via uma viva alma no posto e, apesar de buzinar várias vezes, ninguém vinha atendê-lo, até que finalmente apareceu um rapazinho, que lhe disse: “Não adianta buzinar, porque o posto está fechado; a filha do dono morreu ontem e todos estão no velórioâ€. O jovem médico pensa uns segundos e chega à seguinte conclusão: “Se não posso prosseguir e não sei a que horas irão retornar, vou até ao velório também, já que não posso fazer mais nadaâ€. Lá chegando, aproxima-se do caixão por mera curiosidade, e de repente, observa algo extremamente raro. Chama o pai da “falecida†e diz-lhe: “Olhe, sou médico, a sua filha não está morta, está em estado catatônico; parece morta, mas não, está vivaâ€. O pai, nervosíssimo, pergunta: “O sr. pode fazer alguma coisaâ€? O jovem médico explica-lhe que há uma possibilidade remota de trazê-la à vida, provocando-lhe uma sensação forte. Pergunta então ao pai: “A sua filha tinha namoradoâ€? Embora estranhando a pergunta, o pai respondeu que sim e que ele se encontrava ali. “Bem, disse o jovem médico, então tirem o corpo do caixão, levem-no para uma cama junto com o namorado e deixem que eles façam sexo durante toda a noiteâ€. Ainda que com algumas reservas, o pai dá ordens para que seja feito tudo o que o doutor disse, mas pede para que fique e ele próprio comprove o “resultadoâ€. Passadas as quatro horas, abre-se a porta do quarto e, como por um milagre, a moça aparece vivinha da silva! Foi uma grande alegria para todos, que logo programam uma festa e convidam o jovem doutor. Este se desculpa, alegando que tem de ir visitar um familiar que se encontra doente, mas promete passar pela aldeia na viagem de regresso. Tanque cheio, o médico volta para casa, mas, passados 15 dias ele decide regressar e cumprir o que prometera, passar pela aldeia para ver como estava a jovem ex-defunta. Chega ao posto e repete-se a mesma cena da primeira vez. Ninguém o atende e depois de muito buzinar, aparece o mesmo rapaz, que desta vez estava ali tomando conta do negócio. Assim que reconheceu o doutor, o jovem corre desesperado ao seu encontro e lhe diz:  -“Graças a Deus que o senhor voltou! Não sabíamos como encontrá-lo e estávamos a sua espera! O sr. Engrácio, pai da menina que o senhor salvou, morreu há 10 dias! Metade da aldeia já comeu o pobre homem, mas ele continua sem ressuscitar!!â€

MORAL DA HISTÓRIA: O MESMO MEDICAMENTO  NEM SEMPRE SERVE PARA TODOS!

O que têm em comum o clitóris, os aniversários e o vaso sanitário?


- Os homens sempre erram.

Olha o gás aí, doutor!


A mulher vai ao médico para uma consulta.

- Doutor, a minha barriga está crescendo.
-Não se preocupe, minha senhora. São gases.
Depois de um mês, ela retorna ao consultório.
- Doutor, minha barriga continua crescendo, o que o senhor acha?
-Fique tranqüila porque são gases.
Cinco anos depois, o médico encontra a mulher na rua e pergunta.
-Que menino lindo! Qual é o nome dele?
-É Peido Henrique, doutor.